E o que nos resta fazer? Não vamos nos iludir em pensar que acabaremos com o preconceito, pois o mesmo está incorporado a nossa cultura de forma tão intensa que faz parte de nossa mentalidade e também da forma como agimos. O que nos resta a fazer e ter ao menos o esforço de aprender a relativizar para que assim possamos entender e aprender sobre acultura do outro e assim aproximar o outro e não excluí-lo como fazemos.
Definitivamente não é algo fácil e requer esforço, mas não é algo impossível. E que as minorias se tornem a maioria.
E viva a Anarquia!
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