quinta-feira, 23 de junho de 2011

Um potente anestésico chamado alienação.

Alienação: s.f. Ação de alienar: alienação de uma propriedade.
Perda da razão, loucura: alienação mental.
Estado da pessoa que, tendo sido educada em condições sociais determinadas, se submete cegamente aos valores e instituições dadas, perdendo assim a consciência de seus verdadeiros problemas.

Caros amigos começo este texto à partir de da designação de alienação segundo nossos dicionário. nossos dicionários não estão errados mas mesmo assim não estão completos infelizmente não mostram os efeito (nada benéficos) que a alienação pode causar em nossa sociedade.
Uma sociedade alienada se torna inerte a ponto de apenas aceitar e concordar com tudo o que seus líderes impõem, uma realidade não muito diferente do que se vê hoje porém ainda existem a resistência; pessoas que não caem nas armadilhas eleitorais de políticos safados que se elegem em troca de ridículos "benefícios" concedidos à sociedade disfarçados de políticas sociais, e por fim com a maior cara lavada vão aos meios de comunicação dizer que fizeram algo quando na verdade compraram apenas o silêncio do eleitorado. Com isso chegamos ao significado da palavra que define alienação como perda da razão, e de fato é isso que ocorre, pois, ao renunciarmos nosso direito de escolher aquilo que achamos melhor para apenas aceitar aquilo que querem os outros, deixamos de agir com a razão e caímos em estado inerte. Para subverter a ordem se faz necessário atitude, se faz necessário analisar aquilo que é melhor para todos e não apenas a uma elite que controla uma pátria que na verdade não te pertence, pois você não tem o poder pois abdicou da utilização do mesmo. Você tem a voz e essa é arma a se utilizar, com o poder manifestado através do grito de libertação contido em sua garganta que a muito o guardava, se vê uma ferramenta para a reconquista de sua razão e dignidade. Aceitar e calar é o que querem. E você o que realmente quer? Quer apenas concordar, ou quer agir e transformar? Como diz Nenê Altro “Na dança dos dias quem manda somos nós”. Sim somos nós que decidimos o rumo que as coisas vão tomar, seja pela ação, seja pela omissão.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Preconceito: A arte de excluir

Em nosso cotidiano estamos acostumados a termos/exercermos atitudes de cunho etnocentrista, ou seja não procuramos entender o ponto a cultura dos outros de forma que não a comparemos com a nossa. Isso faz com que apenas julguemos aquilo que não se enquadra em padrões esteriotipados por nós mesmos, e diante aos nossos olhos tornem se errados e consequentemente excluímos tais indivíduos.
E o que nos resta  fazer? Não vamos nos iludir em pensar que acabaremos com o preconceito, pois o mesmo está incorporado a nossa cultura de forma tão intensa que faz parte de nossa mentalidade e também da forma como agimos. O que nos resta a fazer e ter ao menos o esforço de aprender a relativizar para que assim possamos entender e aprender sobre  acultura do outro e assim aproximar o outro e não excluí-lo como fazemos.
Definitivamente não é algo fácil e requer esforço, mas não é algo impossível. E que as minorias se tornem a maioria. 

E viva a Anarquia!